Entre as pessoas deprimidas tenho encontrado uma rara sensibilidade: são tão sensíveis que não possuem protecção emocional. Quando alguém as ofende, estraga-lhes o dia, a semana, o mês e, às vezes, a vida. São tão encantadoras que, sem disso terem consciência, vivem o princípio da co-responsabilidade inevitável de maneira exagerada. Por isso, perturbam-se com o futuro e sofrem intensamente devido a problemas que ainda não aconteceram. Preocupam-se tanto com os outros que vivem a dor deles! São óptimos para a sociedade, mas péssimos para si mesmas
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Os que atravessaram os seus desertos psíquicos e os superaram tornaram-se mais belos, lúcidos e ricos do que eram.
A Saga de um Pensador de Augusto Cury
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