segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Ano novo 2013!

Toda a gente está a fazer posts ou a escrever no mural sobre o novo ano, GRANDE 2013. Não consigo abrir uns powerpoints, para estudar porque o meu PC está para lá de velho. Por isso, vou escrever sobre um  problema de 2012, que me vai continuar a atormentar em 2013.
Tinha jurado a mim própria que não ia telefonar mais ao meu amigo V., há uns dias bateu-me uma solidão e pensei em fazê-lo, mas resisti. Resisti mas não desisti, o número continua gravado, pois gostava de me encontrar com ele quando me sentisse melhor de saúde.
Inesperadamente, depois do "desprezo" que eu lhe dei, o V. telefonou-me ontem e estivemos juntos.
À noite fui ver o filme Cloude - Atlas, para me distrair. Quando a protagonista do ano de 2142, se entrega ao homem que lhe salvou a vida, e ele a ela, claro, essa imagem tocou-me.
Quando estou sozinha e penso no V., desejo-o, o problema é que sinto-o mais nos pensamentos do que na vida real. Quando estamos juntos,  o desejo parece que se evapora. Um dia, ele beijou-me e eu estava deliciada, quando parou, e começou a fazer outra coisa..... Foi incrível, parece que um interruptor se desligou e ficou tudo às escuras. Foi tão abrupto este "desligar" e deixou-me tão impressionada. Porquê? Porquê é que isto me acontece?
Eu sei que estou com uma depressão, que a medicação não ajuda, que nunca estive com um homem que gostasse de mim e que a não-relação com o V. é tudo menos normal. Penso que ele me faz mais mal do que bem, mas acabo sempre por lhe dizer que sim, no tempo em que estamos juntos há a possibilidade de eu ser feliz, e se estiver sozinha não sou feliz de certeza.
Eu sei disto tudo, e sei que o desejo sexual nas mulheres, depende da relação com o parceiro, da auto-estima, etc
Eu sei de tudo, mas o que queria mesmo era aproveitar o que tenho, o que a vida me deu, dar um click e começar a gostar mais de estar com ele, de uma certa maneira já gosto.
Gostava também de dar outro click e desaparecer com a merda dadepressão que me atormenta, ou seja lá o que isto for.
Quanto a trabalhar para mudar, não vou no bom caminho.
Ao futebol já não vou há mais de um mês, a 1ª vez que desmarquei, não me aguentava em pé no fim do dia, com sono e cansaço. Depois desmarquei porque estive doente. Trabalho, escola, futebol, estudar ao fds e fazer a lide doméstica, é demais para mim! Fui abaixo,  tive 10 dias de baixa médica, o que acabou por piorar a minha situação laboral, muito trabalho acumulado e pouca compreensão.
Depois deixei de ir à psicóloga, não foi porque estava a arrebentar com o orçamento mensal, mas porque deixei de confiar nela. Resumidamente, um dia desmarquei a consulta na vespera, porque não tinha dinheiro para a pagar, perguntei  à recepcionista, também é psicóloga, da clínica, se teria que pagar a consulta, porque caso faltasse (sem desmarcar) tinha de pagar na mesma, ela disse que não. Depois a minha Dra. foi muito desagradável, queria que fizesse outra marcação para compensar aquela. E eu não queria, porque psicoterapia "obrigatória" não faz bem a ninguém. Tive que estar a ouvir o problema da Dra., foi obrigada a  estar no consultório na mesma, à hora que eu faltei.  Só em situações de stress, é que se vê a careca a uma pessoa. Foi deplorável, a paciente, que sou eu ,e que tenho problemas financeiros que iriam ser agravados pela consulta, ter que ouvir o problema da "médica". A doente sou eu, se eu tinha uma preocupação económica é claro que a consulta desse dia não ia ser benéfica, e a mim só me interessa o que é bom para mim. Não o que é bom para uma pessoa que ganha em 2 dias mais do que eu ganho num mês,  e é doente. Foi isto, detesto obrigações, e portanto deixei de ir. Se não fosse aquele pretexto acho que ia ser outro....As perguntas da Dra. eram muito banais, e eu não falava deste meu problema, porque as perguntas dela já estavam pré-concebidas que o sexo para mim era normal, como para as outras pessoas.
Nunca me desencorajou a encontrar-me com o V., também não sei se é esse o papel dela...
Estou cansada de escrever.... O que me preocupa, para 2013, é ter o meu exame e não perceber nada daquilo, não consigo estudar, e também a saúde dos meus pais, não é resplandescente.
Não sei onde vou estar no reveillon, nem se janto cá em casa sozinha ou se algum familiar me vai convidar para jantar.
( A gramática não está no seu melhor, nem a estrutura do texto, mas não faz mal só eu leio até ao fim)

Posto isto, Feliz ano Novo!!!!!!
Pode ser mesmo feliz, além dos problemas também tenho as minhas alegrias.


segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Hakuna Matata

"There are no worries."
Nunca se sabe quando é que ele vai aparecer. Aquele que vai mudar tudo para sempre, aquele que vai abalar o nosso mundo.


Entrega - Memórias Eróticas
Toni Bentlley


Que tal agora? Estou há tua espera há tanto tempo. .....Estou a deixar de acreditar, que um dia vais chegar. Podes só passar por mim,  por um instaste, mas mas mudar tudo para sempre. Eu acredito que tu existes, que um dia vou ser feliz, vou saber o que é isso. Só que estou cansada de esperar, estou triste, sem forças para todos os dias me levantar da cama e ir conseguir levar a minha vida para a frente, trabalha , estudar, ser alguém , sempre a trás de ter um objectivo, para quê? Para partilhar com quêm?
para quê tanto esforço...
These stories don't mean anything if you got noone to tell theme to!
è isso este esforço não vale nada. É tão difícil ser sozinha no mundo! Não ter ninguém que me telefone, para além dos meus pais, não ter amigos, não ter com quem falar, é difícil...
Mas se  tu, ou talvez não seja uma pessoa, mas um acontecimento, que mude tudo, eu teria forças para mudar,. Voltar aquilo que fui, mas não da mesma forma. Se melhor pessoa, mulher, filha, irmã, amiga....
já desabafei, tu não me queres ouvir, mas eu estou chamar por ti...

sábado, 15 de dezembro de 2012

O sábio

“O sábio não se exibe e vejam como é notado. Renuncia a si mesmo e jamais é esquecido.”

Lao Zi (Lao-Tsé), filósofo chinês, sec. VII a.c.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Serei a única?

Já aconteceu a alguém, ir diversas vezes a um sítio e ninguém reparar que estás lá?
E depois, um dia decides que não queres voltar,  e essas pessoas que nunca notavam a tua presença dizem:
Ó pá, por favor não vás! Fazes muita falta!
Supondo que estão a ser sinceras, devem ter pensado que tu eras um dado garantido, tipo um sofá, que é muito preciso, e que pensam que nunca vai sair daquela sala !
Mas cá o sofá, precisa de carinho e motivação se não vai mesmo para outras paragens... Ainda por cima este tipo de sofá que é tão inconstante!