Terminei o 2º livro, deste ano, sobre auto-ajuda, ou mais concretamente, sobre a vida espiritual, A profecia Celestina de James Redfield. Não gostei. A escrita é tão linear e básica que podia ser o texto de um blog qualquer, em vez de ser um livro.
A mensagem do livro é a procura de um antigo manuscrito peruano que tem ensinamentos sobre a forma de encarar a vida e os relacionamentos. Houve duas ideias que retive: que nascemos dos nossos pais e não de outros quaisquer por um motivo especifico e que, quando temos uma pergunta a pessoa que aparece trás a resposta.
Quanto à primeira ideia, eu não sei se nasci dos meus pais por um motivo especifico, ou se foi um acaso do destino, sei que tenho de tentar aprender com eles o mais possível, apesar de ter evoluído e ter estudado, os meus pais têm muito para me ensinar e o meu esforço deve ser, estar atenta para aprender. A segunda ideia, que as pessoas que vão aparecendo na nossa vida vão-nos dando as respostas às nossas perguntas, já me causa mais dúvidas. Já conheci tanta gente que não me trouxe resposta nenhuma, e por outro lado, ao magoarem-me roubaram-me um pouco de esperança e crença na bondade....
Ou será que é tudo uma questão de tempo, eu perceber o porquê de essas pessoas terem passado pela minha vida?
A mensagem do livro é a procura de um antigo manuscrito peruano que tem ensinamentos sobre a forma de encarar a vida e os relacionamentos. Houve duas ideias que retive: que nascemos dos nossos pais e não de outros quaisquer por um motivo especifico e que, quando temos uma pergunta a pessoa que aparece trás a resposta.
Quanto à primeira ideia, eu não sei se nasci dos meus pais por um motivo especifico, ou se foi um acaso do destino, sei que tenho de tentar aprender com eles o mais possível, apesar de ter evoluído e ter estudado, os meus pais têm muito para me ensinar e o meu esforço deve ser, estar atenta para aprender. A segunda ideia, que as pessoas que vão aparecendo na nossa vida vão-nos dando as respostas às nossas perguntas, já me causa mais dúvidas. Já conheci tanta gente que não me trouxe resposta nenhuma, e por outro lado, ao magoarem-me roubaram-me um pouco de esperança e crença na bondade....
Ou será que é tudo uma questão de tempo, eu perceber o porquê de essas pessoas terem passado pela minha vida?
Também não sei se concordo com as ideias. Ou seja se nascemos dos nossos pais por um motivo especifico. Concordo contigo, aprender o possível com eles, pois apesar de tudo já viverem mais também.
ResponderEliminarA segunda ideia que as pessoas que nos aparecem na vida é para nos dar respostas também não sei não. Nisso estou como tu, já tive desilusões, e mais perguntas em vez de respostas. Acho sim! que devemos tomar partido disso, ou seja aprender com as coisas más que nos aparecem na frente. Aprender que há pessoas nas quais podemos confiar e outras que não.