Terminei o livro Pecados Íntimos - Little Chlidren, de Tom Perrota, que comprei após ter visto o filme neste Verão. A curiosidade para ler o livro surgiu com o intuito de perceber o final do filme.
A história é sobre dois casais que vivem num bairro suburbano americano, em que Todd e Sarah, o homem e a mulher de cada casal ficam em casa a tomar conta dos respectivos filhos e acabam por se envolver numa relação adúltera. No final, combinam fugir e deixar para trás as suas vidas seguras, previsíveis e monótonas, e arriscar uma nova vida com amor e com as inevitáveis dificuldades para atingir a felicidade. Mas, no último minuto, Todd desiste...
Não tinha percebido o porquê desta decisão!
Depois de ter explorado o enredo de duas maneiras devo dizer que gostei muito mais do filme! A história principal dispersa-se menos e concentra-se no essencial, tem momentos mágicos, e de uma forma global é melhor conseguido.
No entanto, com o livro percebi a decisão de Todd, que me parecia absurda:
"Parecia tão óbvio, como se o jarro onde estava guardada a verdade se tivesse partido com o impacto da queda – é que ele nunca tinha pensado em começar uma vida nova com ela. O que lhe agradava em Sarah era a sensação com que ela se adequava à sua vida velha, distraindo-o do seu casamento imperfeito e das entediantes obrigações relacionadas com o dever de tomar conta de uma criança, injectando naqueles entorpecedores dias de Verão uma dose de emoção pura e ilícita. Fora desse contexto, Todd sabia que nunca seriam tão felizes como tinham sido ao longo do Verão."
A história é sobre dois casais que vivem num bairro suburbano americano, em que Todd e Sarah, o homem e a mulher de cada casal ficam em casa a tomar conta dos respectivos filhos e acabam por se envolver numa relação adúltera. No final, combinam fugir e deixar para trás as suas vidas seguras, previsíveis e monótonas, e arriscar uma nova vida com amor e com as inevitáveis dificuldades para atingir a felicidade. Mas, no último minuto, Todd desiste...
Não tinha percebido o porquê desta decisão!
Depois de ter explorado o enredo de duas maneiras devo dizer que gostei muito mais do filme! A história principal dispersa-se menos e concentra-se no essencial, tem momentos mágicos, e de uma forma global é melhor conseguido.
No entanto, com o livro percebi a decisão de Todd, que me parecia absurda:
"Parecia tão óbvio, como se o jarro onde estava guardada a verdade se tivesse partido com o impacto da queda – é que ele nunca tinha pensado em começar uma vida nova com ela. O que lhe agradava em Sarah era a sensação com que ela se adequava à sua vida velha, distraindo-o do seu casamento imperfeito e das entediantes obrigações relacionadas com o dever de tomar conta de uma criança, injectando naqueles entorpecedores dias de Verão uma dose de emoção pura e ilícita. Fora desse contexto, Todd sabia que nunca seriam tão felizes como tinham sido ao longo do Verão."
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No final, prevaleceu a opção pela monotonia que resguarda o conforto e a estabilidade.
No final, prevaleceu a opção pela monotonia que resguarda o conforto e a estabilidade.
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